Qual Óleo Usar no Peugeot 2008: Guia da Transmissão 75W80
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A manutenção correta da transmissão manual do Peugeot 2008 garante a longevidade dos componentes internos e a suavidade nas trocas de marcha. Utilizar um fluido fora das especificações da fabricante compromete os sincronizadores e causa desgastes prematuros difíceis de reparar.
Este guia apresenta os detalhes técnicos necessários para você escolher o lubrificante ideal conforme as exigências da montadora. Você entenderá a função da viscosidade 75W80 e a importância de seguir a norma PSA B71 2330 para evitar problemas mecânicos graves.
Importância da Viscosidade 75W80 na Transmissão
A viscosidade 75W80 define a fluidez do lubrificante em diferentes temperaturas de operação. No sistema de transmissão do Peugeot 2008, essa especificação permite uma lubrificação imediata logo nos primeiros metros de rodagem.
O número 75 indica a facilidade de escoamento em baixas temperaturas, garantindo engates precisos mesmo em manhãs frias. Um óleo muito espesso impediria o movimento livre das engrenagens, gerando resistência desnecessária e aumentando o consumo de combustível.
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O índice 80 refere-se à estabilidade da película protetora quando o câmbio atinge sua temperatura ideal de trabalho. Os componentes internos sofrem atrito constante e calor intenso durante trajetos longos ou trânsito pesado.
A viscosidade correta mantém uma camada fina e resistente entre as superfícies metálicas. Sem essa proteção, o contato metal com metal destruiria as faces das engrenagens, resultando em ruídos metálicos e falhas catastróficas no sistema de transmissão manual.
Análise do Melhor Óleo para Câmbio Peugeot 2008
A escolha do fluido de transmissão deve priorizar produtos homologados pela PSA. O mercado oferece diversas opções, mas poucas atendem aos requisitos químicos específicos dos sincronizadores de latão utilizados nos veículos franceses.
A análise a seguir foca no item de reposição original, garantindo compatibilidade total com o projeto de engenharia do veículo. Substituir o fluido original por opções genéricas sem a certificação correta costuma causar endurecimento da alavanca e dificuldades em reduções de marcha.
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Este lubrificante representa a escolha padrão para proprietários de Peugeot 2008 com câmbio manual. Sua formulação atende rigorosamente aos parâmetros da norma PSA B71 2330, oferecendo proteção superior contra a oxidação e o desgaste.
O produto mantém as propriedades de fricção ideais para o funcionamento dos sincronizadores, permitindo trocas rápidas sem arranhões. Ao utilizar este óleo, você preserva a integridade das peças internas e mantém o conforto de condução original do veículo saindo de fábrica.
Ideal para motoristas zelosos, este fluido evita a formação de borras e depósitos no interior da caixa de câmbio. A estabilidade térmica avançada garante desempenho constante em diversas condições climáticas, do calor intenso das cidades brasileiras ao frio das regiões serranas.
Sua aplicação direta nos modelos Peugeot e Citroen elimina dúvidas sobre compatibilidade química. É a solução definitiva para quem busca confiabilidade mecânica e deseja evitar visitas frequentes à oficina por problemas de lubrificação inadequada na transmissão.
- Homologação oficial PSA B71 2330 garantindo segurança total
- Facilita engates suaves em baixas temperaturas de operação
- Protege componentes de metais amarelos contra corrosão química
- Mantém a viscosidade estável sob condições de uso severo
- Custo ligeiramente superior aos lubrificantes genéricos de mercado
- Disponibilidade limitada em postos de combustíveis comuns
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Especificações da Norma PSA B71 2330 para Câmbio
A norma PSA B71 2330 estabelece critérios rigorosos de desempenho para os óleos de transmissão. Diferente de normas genéricas como a API GL-4 ou GL-5, a especificação da Peugeot foca na proteção dos componentes específicos das caixas de câmbio francesas.
Estes sistemas utilizam ligas metálicas sensíveis a certos aditivos de extrema pressão. O uso de um óleo inadequado provoca a corrosão química dessas peças, comprometendo a precisão dos engates em pouco tempo de uso.
Além da proteção metálica, a norma exige testes de compatibilidade com retentores e juntas de vedação. Um fluido fora da especificação PSA B71 2330 causa o ressecamento das borrachas, gerando vazamentos crônicos na caixa de transmissão.
A manutenção dos níveis de fluido torna-se impossível com vedações comprometidas. Seguir essa norma técnica assegura o funcionamento silencioso do conjunto e evita gastos excessivos com a substituição de vedações rompidas por reações químicas indesejadas.
Sinais de que o Fluido do Peugeot Precisa de Troca
Identificar a necessidade de substituição do óleo de câmbio exige atenção aos sintomas apresentados pelo veículo. O sinal mais comum consiste na dificuldade de engatar a primeira marcha ou a ré com o carro parado.
Se a alavanca apresentar resistência excessiva ou sensação de aspereza, o lubrificante perdeu suas propriedades originais. Ruídos semelhantes a zumbidos durante a aceleração também indicam falha na película protetora do fluido, permitindo vibrações anormais entre as engrenagens da transmissão.
- Dificuldade persistente para engatar marchas com o motor frio
- Ruídos metálicos ou zumbidos vindos da região do câmbio
- Vibrações excessivas na alavanca de marchas durante a condução
- Presença de manchas de óleo no chão da garagem sob o motor
- Sensação de marchas arranhando mesmo com o pedal da embreagem totalmente acionado
Diferenças entre Óleo de Motor e de Câmbio
Muitos condutores confundem as funções dos lubrificantes, mas as composições químicas diferem drasticamente. O óleo de motor lida com resíduos de combustão, altas temperaturas de queima e requer detergentes para manter a limpeza interna.
Ele circula sob alta pressão por canais estreitos para proteger bronzinas e pistões. Já o óleo de câmbio foca na resistência ao cisalhamento e na proteção contra pressões extremas entre dentes de engrenagens, sem a presença de subprodutos da queima de combustível.
A viscosidade medida para transmissões segue uma escala diferente da escala de motores. Um óleo 75W80 de câmbio não possui a mesma espessura de um óleo 75W80 de motor, caso este existisse.
Os aditivos de extrema pressão baseados em enxofre e fósforo são comuns em fluidos de transmissão para suportar o torque elevado. Colocar óleo de motor no câmbio destruiria a transmissão em poucos quilômetros, pois a película lubrificante romperia sob a carga das engrenagens, causando travamento total do sistema.
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Mariana Rodrígues Rivera
Jornalista pela UNESP com MBA pela USP. Mariana supervisiona toda produção editorial do Guia o Melhor, garantindo análises imparciais, metodologia rigorosa e informações úteis.

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